ESTUDO APÓS ESTUDO CONFIRMA FOSAMAX AUMENTA RISCO DE FRATURA DO FÊMUR | Levin Papantonio Rafferty - Escritório de advocacia de danos pessoais

ESTUDO APÓS ESTUDO CONFIRMA FOSAMAX AUMENTA O RISCO DE FRATURA DO FÊMUR

Estudos epidemiológicos repetidos confirmaram que o uso prolongado de Fosamax (alendronato de sódio) aumenta o risco de fraturas espontâneas do fêmur (osso da coxa). Em 2005, pesquisadores do Centro Médico Sudoeste da Universidade do Texas publicaram uma série de casos identificando que a terapia com Fosamax resulta em severa supressão da remodelação óssea que, por sua vez, resulta em fraturas espontâneas, inclusive no fêmur (osso da coxa). (LINK PARA O ARTIGO JCEM ODVINA AQUI.) Em 2008, pesquisadores do mundialmente renomado Hospital for Special Surgery da Weill Medical College da Cornell University publicaram um estudo caso-controle intitulado Fraturas do Eixo Femoral de Baixa Energia Associadas ao Uso de Alendronato.  Este estudo revelou que os pacientes com Fosamax tinham uma razão de chances de 139.33 para desenvolver fraturas não traumáticas do fêmur quando comparados a pacientes em situação semelhante que não estavam tomando Fosamax; em outras palavras, os pacientes com Fosamax tinham 139 vezes mais chances de sofrer uma fratura espontânea. (LINK PARA JORTH TRAUMA SURGER NEVIASER PAPER AQUI). O Journal of the American Medical Association, em fevereiro de 2011, publicou um grande estudo caso-controle, Uso de bisfosfonatos e o risco de fraturas subtrocantéricas ou do eixo femoral em mulheres idosas, através do qual os pesquisadores confirmaram que "o tratamento com um bisfosfonato por mais de 5 anos foi associado a um risco aumentado de fraturas subtrocantéricas ou da diáfise do fêmur". (LINK PARA JAMA PARK-WYLLIE PAPER AQUI.) Menos de três meses depois, o prestigioso New England Journal of Medicine publicou uma análise nacional sueca de base populacional por meio da qual foi revelado que os pacientes com Fosamax tinham um aumento de risco relativo superior a 3,000% de fraturas atípicas do fêmur quando comparados aos pacientes não em Fosmax. (LINK PARA O ARTIGO DO NEJM SCHILCHER AQUI.) Esses estudos confirmam e reconfirmam que o uso prolongado de Fosamax está associado a um aumento notável do risco de fratura espontânea do fêmur.

Ação da Fosamax